Mundo antigo – Roma

Aprendendo com Roma, da “coisa pública” ao Império Romano

Nessa semana em algumas turmas do extensivo terminamos a Grécia e começamos o estudo de Roma.

Uma boa dica para aprender mais sobre o mundo antigo é uma visita nos artigos produzidos pelo Portal UOL – Educação sobre o assunto. Faço um roteiro dos artigos que ajudam a complementar o estudo da apostila e da aula. O link em cada nome do artigo, leva você ao artigo completo.

O primeiro artigo “Roma antiga – Introdução – De Rômulo e Remo à República e ao Império” da historiadora Fernanda Machado é um bom passeio pela antiguidade romana. A historiadora começa começa explicando um pouco das origens desse que foi um dos maiores impérios do mundo:

Para entender como Roma conseguiu adquirir tanta importância e poder é necessário conhecer sua história em mais detalhes. A origem da sociedade romana não tem uma evidência concreta. Baseia-se numa lenda, que era uma maneira antiga de explicar fatos cuja memória se perdeu em tempos muito distantes. Assim, o poeta romano Virgílio alimentou a fantasia de seu povo ao contar que Roma teria sido fundada por dois irmãos: Rômulo e Remo.

Estátua da loba capitolina que, segundo a lenda, teria amamentado os gêmeos Rômulo e Remo.
Foto de Arnaldo Interata.

O segundo artigo é “Roma antiga – Origens – Costumes, cultura, cidadania e direito“, apresenta a nossa herança atual vinda de Roma. Do português, Última flor do Lácio” até as instituições jurídicas e políticas:

Roma nos deixou ainda uma série de ensinamentos notáveis no campo da política (a idéia de República), e do direito (o direito romano é a base da ciência jurídica da maioria dos povos contemporâneos). Além disso, no âmbito da arquitetura e do sistema de administração municipal, bem como a organização da Igreja católica – que modelou o mundo medieval – existem diversos legados romanos. Desse modo, conhecer a história de Roma é conhecer um pouco de nossa própria história.

O terceiro artigo “Roma antiga – Monarquia – História dos reis de Roma é cercada de lendas” apresenta a primeira fase da organização social romana, onde história e lendas se confundem

“Situada entre sete colinas, Roma teria tido também sete reis que reinaram 245 anos, isto é, sete vezes sete lustros (um lustro é um período de cinco anos). Na realidade, esse número é muito provavelmente uma ficção mitológica e, se alguns desses reis de fato existiram, as vidas que lhes são atribuídas pelos historiadores antigos têm caráter inequivocamente fantástico.”

O quarto artigo apresenta “Roma antiga – República – A organização do governo republicano de Roma” onde as instituições do governo romano são apresentadas partido do depoimento do historiador grego Políbio, testemunha ocular da história romana.

O texto de Políbio certamente expressa os ideais republicanos de Roma, ainda que a atuação e as manobras dos políticos que exerciam o poder ou mesmo as circunstâncias reais pudessem originar distorções e desvios de rumo.

Ainda assim, trata-se de um documento de valor inestimável, por seu rigor e clareza. Assim, vale a pena conhecê-lo para se ter uma ideia das primeiras instituições republicanas na história da humanidade e observar como – num certo sentido – elas não perderam a atualidade.

Para compreender melhor o texto de Políbio há uma tabela com um resumo de fácil compreenção de cada uma das instituições romanas e pode ser visto clicando aqui.

O último artigo dessa série é “Guerras Púnicas – Roma e Cartago lutaram pelo domínio do Mediterrâneo“. Trata-se da consolidação de Roma e o início de sua fase imperialista ainda no período republicano. É o momento de virada de Roma e a consolidação de sua hegemonia sobre o Mar Mediterrâneo, que será tratado dai por diante como uma piscina romana:

As guerras Púnicas foram travadas por Roma contra Cartago entre 264 e 146 a.C. pela hegemonia do comércio no mar Mediterrâneo. O conflito se estendeu por mais de cem anos numa série de três confrontos, que culminou com a destruição total do Estado púnico. O nome púnico provém de “poeni”, designação latina para o povo fenício, o fundador de Cartago.

Roma, em seu apogeo após o controle do Mar Mediterrâneo, nas Guerras Púnicas.

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