Melhor ser surdo do que escutar esses conselhos

Novamente o FMI manda suas recomendações as nações da América Latina.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) é junto com o Banco Mundial (BIRD ou BM) resultado do acerto realizado pelos EUA após a 2ª Guerra Mundial para estabelecer e impor ao mundo o modelo econômico mundial de acordo com seus interesses.

Toda vez que o FMI apresenta seus planos a única certeza é que os povos vão pagar a conta e os “investidores” – na verdade especuladores do mercado financeiro – ficam felizes com toda sorte de sofrimentos e miséria imposto pelas suas diretrizes para os povos.

No documento lançando nessa semana o FMI volta a “recomendar” suas orientações. As recomendações principais é aumentar o prêmio para os “investidores” com o aumento dos juros, política que suga a riqueza dos países destinando ao pagamento dos juros da dívida. Também significa encarecer o consumo, ao encarecer o crédito dificultanto o acesso à aquilo que as pessoas querem comprar.

O FMI também “recomenda” cortes nos gastos públicos, que traduzindo em miúdos significa não investir no atendimento das necessárias demandas e nas reivindicações da população.

“Contenção de gastos públicos” é não construir escolas, não abrir universidades, não fazer hospitais entre tantos outros serviços.

Essa é uma questão importante para ser compreendida para todo estudante que se prepara para os vestibulares e para o ENEM.

FMI recomenda aumento de juros e contenção de gastos públicos na América Latina

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar de registrar, atualmente, um crescimento mais moderado em relação ao ano passado, a América Latina ainda enfrenta o risco de superaquecimento provocado pelo excesso de medidas de estímulo econômico e pelos aumentos dos preços de alimentos e energia. A avaliação é do Fundo Monetário Internacional (FMI), que recomendou o aumento dos juros e a contenção de gastos públicos pelos governos da região.

De acordo com o relatório Perspectivas Econômicas: As Américas, apresentado nesta semana no México, o aumento da demanda doméstica e a entrada de recursos das exportações estão impulsionando a economia na América Latina. Esse cenário, no entanto, tem pressionado os preços internos e aumentado as preocupações com relação à inflação.

“A América Latina continua crescendo a um ritmo vigoroso impulsionado por um forte aumento da demanda interna. Mas a região vem experimentando um excesso de medidas de estímulo, o que acarreta o risco de superaquecimento”, destacou o documento. O FMI alertou ainda para o risco de formação de bolhas nos preços de alguns ativos caso os países não tomem medidas para desaquecer as economias.

Segundo o relatório, as pressões inflacionárias são agravadas pelo aumento nos preços internacionais dos alimentos e da energia nos últimos meses. Para conter a inflação, o fundo sugere novas elevações nas taxas de juros na América Latina. “Apesar de vários bancos centrais terem elevado as taxas de juros, são necessários novos aumentos para conter as pressões de demanda”, afirmou o documento.

Para este ano, o FMI elevou a previsão de crescimento das economias latino-americanas de 4,70% para 4,75%. Para 2013 e 2014, a projeção de crescimento é de 4%. A expansão, no entanto, é menor que os 6% registrados em 2010.

Além de medidas para conter a inflação e o crescimento, o fundo considera como desafios para a região o aumento dos déficits externos e nas contas públicas e o crescimento das importações em ritmo maior que as exportações.

Fonte: Agência Brasil

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